segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Sexo y otras cositas más

Hoje resolvi passar em letras algumas reflexões que fiz sobre o manuseio do sexo. Não, não o manuseio propriamente dito de mão-na-coisa, coisa-na-mão, coisa-na-coisa... o manuseio que seria melhor traduzido como o manejo da situação de sexo pra algumas mulheres.

Depois de ficarem / namorarem um sujeito e transarem com ele...e, principalmente, depois que o relacionamento / rolo acaba... algumas gurias dizem que “foram usaaaaaaaaaaadas” pelo simples fato de que deram para o cara. Opaaaaaaaaaa, péra lá. Abrir as pernas não é um ato involuntário; muito pelo contrário, exige milhões de operações cerebrais e um investimento de libido intenso. Portanto, senhoritas, se o rapaz não foi usado e tão bem usado quanto você, azar o seu, perdeu a chance!

Outra coisa que me deixa emputecida é a capacidade do mulheril de usar o sexo como barganha, principalmente no que diz respeito à “amarrar o homem”, resolver cerrar as pernas a fim de que o bofe firme um compromisso mais sério. Ah, minha opinião, modesta opinião, é a de que isso não funfa... primeiro porque já passou da hora de confiarmos em nós e nas relações em que nos enfiamos, ainda que elas se dissolvam facilmente hoje em dia. Vale confiar no momento (sempre lembrando de SE cuidar), de deixar toooda aquela auto-confiança vir a tona e experimentar antes de criar expectativas em demasia, de fantasiar e sonhar alto.

Uma reflexão pós-seriado (no caso, com uma citação do Dexter lindomaravilhosoooomeenrolaemfilmeplásticooooo!), de que as mulheres ficam mais hmmmm, sensíveis após o sexo não é regra. Se o sexo for casual e cê esperar a tal sensibilidade, tá na roça, amigo. Massss se o envolvimento for um bocadinho mais intenso, aí sim, a sensação é a de que as coisas chegaram a um outro nível. É importante que ambos saibam manejar (ui) isso bem, sem cobranças de demonstrações exageradas de afeto, sem cair na armadilha da busca desenfreada por algo que lhes dê segurança... aí acho que entramos numa situação similar à citada anteriormente, do sexo como barganha. Damos esperando receber (segurança, firmar um compromisso, envolvimento “forçado”, etc.), e não é bem assim...

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Ganhadores!!!!!!!!!!!!!!!

Depois de uma reunião entre os colunistas (regada a muitas risadas e é claro, pra entrar num acordo levou-se teeeeempo) escolhemos os vencedores da nossa Promoção de Natal! Gostaríamos de agradecer a todos que participaram, que mandaram suas frases criativas, engraçadas e originais... Se pudéssemos daríamos prêmios pra cada um de vocês, mas fica aqui o nosso carinho especial para todos que passaram esse ano participando e contribuindo para que o nosso Divã ficasse cada vez melhor!!!

Agora vai lá a listaaaaa... tchanãnãnã....

1º lugar: Ká, por rir das próprias desgraças.

2º lugar: Daniel, pela catarse via comentário.

3º lugar: Bárbara, pela originalidade que os colunistas tentam seguir (a gente tenta, viu?).

4º lugar: Moni, por carregar partes do Divã no seu cotidiano.

5º lugar: Igor, porque a Mari Valente quer dar uns pegas nele.

6º lugar: Jana, porque louco não se contraria.

7º lugar: Bem Resolvida, por ter fantasias que contrariam até a ética do CRP.

8º lugar: Melissa S, pela poética enrustida.

9º lugar: Kiara, porque pin up está na moda!

10º lugar: Aline Kamaroff, por enxergar o mundo Rosa Choque.

Parabéns!!!!!!!!!

PS: os ganhadores já foram contactados via e-mail. Se você ainda não foi, reclame para: divarosachoque@gmail.com
Talvez os presentes cheguem no comeciiiiiiinho de 2009, mas agilizaremos ao máximo!





Mulher e a Bolsa - Identidades


Para as mulheres que conheço, a bolsa não é mais um acessório, e sim quase um órgão vital - um Alter Ego. É algo parecido como a de um canguru (comparaçao bizarra), é algo dela, nao se conhece sem, faz parte de sua composiçao biológica. Refletindo sobre isso a meses e fadado a períodos filosóficos que me puseram em exílio por todos estes tempos - justifica minha ausencia? hehe!

Penso em algumas modalidades de identidade das mulheres relacionadas a suas bolsas e gostaria que todas as leitoras participassem buscando se encaixar dentre os esteriótipos abaixo. Vale a brincandeira, pois só cada um sabe o que a gente leva na bolsa, mochila, ou mala, é coisa séria!

A Maternal: aquela mulher que leva na bolsa tudo para prevenir dos fatores externos e internos que possam suceder durante o dia fora de casa. Esta espécie costuma ter aquela bolsa enorme, da moda, unicolor para ser prático e combinar com a maior parte das roupas. Dentro ela leva Guarda-chuva caso chova, Garrafinha com Água pra caminhada, uma barrinha de cereal se der fome, lenços úmidos, desodorante, uma maçã pra volta, um casaquinho se bater aquele frio, protetor solar se fizer sol, e obviamente o absorvente, mesmo voce estando na menopausa, vai ver alguem precisa né?

A Workaholic: esta espécime, muito encontrada em centros urbanos, andam com suas bolsas minimalistas pra todo lugar, por isso muita vezes possuem uma só, ou várias do mesmo modelo, apenas mudando a cor. Dentro de suas bolsas carregam 1 celular pra contatos profissionais, outro pra família, e outro pro amante. Agenda, Caneta Preta e Azul, chave do carro, da casa e do escritório, Cartões e Cheques, um maço de cigarro, e um isqueiro chiquérrimo.

A Baladeira: Esta pode ser encontrada apenas a partir das 22h ou ocasionalmente perambulando pelos metrôs as 6h da manhã. Carrega em sua bolsa coisas básicas: Rg, Cartão de Crédito, moedas espalhadas, camisinhas, pílulas do dia seguinte, batom quebrado, pó, base, enfim maquiagem básica pra retoque. Carrega na bolsa a calcinha que tirou pra não marcar a roupa, halls, "balinhas" e afins. O celular também, mas ela perdeu.

A Intelectual: Esta senhorita é uma das encontradas por livrarias, sebos, bibliotecas de universidades, mostras e exposições. Na sua bolsa leva sempre Documentos, Dinheiro separado e contado, tickets de cinema, óculos de grau, óculos de sol, um casaquinho, e 2 livros: um político-histórico, outro ficcional estrangeiro, seu mp3, e passe de ônibus universitário.

A Lesbian Chic: Sempre fashion e básicas, levam em suas pequenas bolsas, celular, batom, cartão de crédito e 2 chaves: a da sua casa, e da namorada.

A Hipocondriaca: Muito experiente na saúde, e prevenção, leva sempre na sua bolsa remédios pra dor de cabeça, lenços de nariz caso fique resfriada, remédio para cólica, remédio pra dor de barriga, antidepressivo, ansiolíticos, enfim, uma farmácia ambulante. Tem seu celular, na discagem rápida numero 1 não o telefone de sua mãe, nem do namorado e sim do SAMU. Pode esquecer rg, cartão do banco, mas não esquece seu cartão do convênio médico. Só sai de casa se tiver todos os itens citados, e conferidos 2 vezes. - Algumas fecham e abrem a bolsa 4 vezes, senão seus pais podem morrer. É, acontece.

A Top Model: As mulheres mais encontradas, dia e noite com suas bolsas do Herchcovitch, Gucci, Prada - falsas ou não - combinando com o sapato, ou com algum detalhe da roupa. Carregam sempre o seu Celular (que ainda está pagando em 5 vezes) com boa resolução pra fotos, Garrafinha de água pra hidratar a pele, filtro solar por que o branco ta super IN, uma carteira simpática com cheques e cartoes de créditos estourados, e 2 notas de cinquenta reais em notas de 10 pra impressionar as amigas. Mas apesar de todos estes detalhes, o que elas não esquecem mesmo - podem esquecer até o aniversário do namorado, do dia que cai o Salário na conta, ou o horário pra tomar a pilula anticoncepcional - sem sombra de dúvidas, é a Maquiagem. Sua necessaire contém Lápis de olho preto, branco e tons extravagantes pra balada, blush, 3 batons, pó, base, delineador, pinça, corta unhas, cotonetes, O.B, camisinhas, perfume, pasta de dente, escova de dente, uma escova e claro, um demaquilante. Nem preciso falar do Hidratante para mãos da Natura, e Gloss né? Tipo, óbvio.

A Diva Rosa Choque: Esta ainda me é um ser um tanto enigmático, que cria em mim um olhar curioso durante todo este ano e me faz pensar e sentir uma inquietação agora sobre o que carrega na bolsa, no seu espaço íntimo. Se psicanaliticamente colocassemos este objeto, quase genital, no divã o que ele falaria? Que fatos da vida me relataria? E o que nela faz sentido?

Por favor, queridas leitoras, abram aqui suas bolsas!

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Confissões de uma mulher neurótica

Já me chamaram de neurótica... Acho esse adjetivo muito pesado, com um tom pejorativo intenso! Imagina, eu, uma mulher equilibrada e que nunca desce do salto, ser chamada de neurótica? No máximo tenho um leve piti ou um pequeno siricutico. As pessoas exageram demais, qualquer chiliquinho básico já vão classificando de neurótica e obcecada! Vejam se eu não tenho razão: Estou de caso com um cara, modéstia à parte ele é um partidão! Loiro, alto, olhos verdes e ainda por cima é advogado (adEvogado não, por favor!) Bem servido de músculos, de dinheiro e de otras coisitas más... Vou deixar um recado no orkut dele e percebo a presença de uma tal de Soninha toda cheia de intimidades e com um recado assim: “Oi Dú! Por onde anda lindão? To morrendo de saudades de você... Me liga para combinarmos aquela festa... Já sabe né? Super beijinhos!” EPAAAAAAAAAA!!! Quem é essa Soninha sonsinha e que festa é essa? A única festa ele vai ter comigoooo, sua perua!!! Isso é praticamente uma ofensa à minha pessoa, vou entrar no orkut dela e ver o tipo de resposta que ele deu... Dependendo da resposta, ahhhhhh, estará tudo A-C-A-B-A-D-O entre nós! Uma guria feia e acabada dessas, eu hein? Nossa, perai! Vou entrar no meu fake porque ela pode ver que eu entrei no dela e contar pra ele... E não é que essazinha deixa o scrapbook bloqueado? Que raivaaaaa, agora vou morrer de curiosidade pra saber o que ele escreveu! Mas depois eu dou um jeito de descobrir a senha dele ai eu quero só ver, hahaha! Ei, isso é apenas tomar conta do que é meu (ou do que será meu um dia)! Nada a ver com neurose...

E ainda pra completar a minha desgraça, descobri que engordei 4kg nesses últimos dois meses... Pois bem, estava passeando por uma comunidade do orkut e descobri a dieta das 500kcal. Em suma: você não podia ingerir mais do que 500kcal durante o dia, e a base da dieta era chá, bolachas de água e sal e muita folha... E tinha que anotar tudinho o que você ingeria durante o dia! Achei o máximo... Andava com uma tabela de calorias na bolsa pra consultar tudo o que estava ingerindo... Desde as 6kcal num prato de alface até às 17kcal do suco de uva light! Virei adepta do chá verde, chá de camomila, chá de hortelã, chá mate, mas tudo sem açúcar e sem adoçante... Cheguei a um estágio em que decorei TODOS os alimentos da tabela e recusava até um Halls de cereja se este fizesse minha cota ser ultrapassada!!! Meus amigos me recriminavam por causa disso, mas isso se chama cuidados com a saúde e o bem estar! Não é nenhum sinal de neurose...

Espero que concordem comigo que tudo isso faz parte do dia-a-dia de qualquer mulher moderna... Ah não faz? Ok, eu vou dar o braço a torcer... Talvez eu seja um pouco neurótica... Alguém tem o telefone de um analista ai???

PS: qualquer semelhança com essa colunista ou com qualquer outra do Divã é mera coincidência, juro!

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Meme!

Recebemos um meme do Blog 3 Mentes perigosas e do Sonhos, Livros e Rock and Roll
As regras são:
- Escrever uma lista com 8 coisas que sonhamos fazer antes de ir para a terra dos pés juntos;
- Convidar 8 blogueiros amigos para responder também;
- Comentar no blog de quem nos convidou;
- Comentar nos blogs dos nossos convidados para que saibam da "convocação";
- Mencionar os Sonhos
Let's Go!

Sonhos da Anna O.:

- Viver de Psicologia, e fazer isso da melhor forma possível;
- De preferência, conseguir lecionar. É muito pedir um mestrado? Heheheheheh, o.k., vou parar de falar da vida acadêmica...
- Um mundo menos injusto, segregador e limitante;
- Conseguir assistir a todos os filmes que tenho vontade de assistir, e ter tempo pra ler todos os livros que gostaria de ler;
- Adestrar o demônio do meu cachorro (é sério, gente, a coisa ta feia);
- Não precisar mais pintar o cabelo, ou pelo menos encontrar alguma cor que não desbote tanto nem precise de milhões de retoques.
- Poder viajar muuuuuoooooooiiiitooooo!
- Er... antes eu poderia colocar aqui que é encontrar um cara legal e patati, patátá, mas eu achei. É, então, é fazer isso dar certo, como tem dado atééé agora.


Sonhos de Mari Valente

- Entrar para o Corpo de Saúde da Aeronáutica
- Fazer meu doutorado na França
- Ver minha irmã se tornar uma mulher forte e batalhadora
- Um dia cursar Psicologia
- Escrever um livro
- Não precisar fazer dieta das 500 calorias pra ficar com um corpo aceitável (ahhh esses padrões de beleza...)
- Poder retribuir pra minha mãe tudo o que ela já fez por mim (Valeu Mamãe Valente!!!)
- Como eu ainda não tive a sorte da Anninha - ela conseguiu mesmo gente, o namorado dela é MARA! - espero encontrar uma pessoa que me faça rir, que seja bom pra mim e me aceite do jeito que eu sou... A esperança é a última que morre não é?

Sonhos do Andreas

- Ir para Europa
- Tornar-me terapeuta
- Dar aula de Psicologia
- Escrever um livro "romance"
- Publicar minhas poesias
- Veicular conteúdos pra grande massas (coluna em jornal... revista.. Tv? Divã Rosa Choque com destaque Nacional?)
- Formar uma banda de metal e subir ao palco ao menos uma vezinha...
- Ser poliglota

Sonhos da Marie Curie:

-Morar sozinha
-Ter um laboratório só meu, ou trabalhar em um muito legal
-Empregar a Mari Valente, pra gente fofocar o dia todo (desculpa Anna e Andreas, mas as bactérias e células não têm crises existenciais. Talvez se nós trabalharmos com neurônios, poderia empregar vocês!)
-Viver com o amor da minha vida
-Viajar muuuuuuuito
-Fazer meu mestrado e um doutorado- sanduíche (aquele que a gente começa e termina no Brasil, mas passa uns 6 meses fora)
-Ter dinheiro para me sustentar, e sustentar um padrão de vida bem gostoso, que me permita sair com os amigos e tomar café no starbucks sem me preocupar tanto com o saldo!

Sonhos da Dulce Herrera

- Encontrar o príncipe Encantado. Como seria meu príncipe?
Alto, forte, cabeludo, latino, que fale espanhol (e que tenha uma barba sexy por fazer). Um cara sensível, corajoso, sonhador, que goste das mesmas coisas que eu, partilhe a mesma visão de mundo que eu e meus ideais. De personalidade forte, porém sensível. Um homem romântico que me ame e me trate como uma rainha... (Bem, é sonho né, mas quem sabe um dia!).
- Conhecer meus ídolos! Sim, esse é um grande sonho, do qual eu realizei uma parte esse mês quando eu conheci Poncho Herrera (e por causa dele que vem o Herrera do meu nome, sim – e ele tem o estereotipo do príncipe descrito no parágrafo acima – só não é alto, isso eu constatei quando o agarrei!). Gente, eu agarrei o HOMEM, isso é uma emoção que não tem preço! E tem outros ídolos que eu sonho encontrar frente e frente também.
- Ser milionária, morar numa mansão como a dos Bracho, ter um cartão de crédito daqueles infinitos que você pode gastar o quanto você quiser, porque você tem rios de dinheiro mesmo!
- Realizar alguma coisa que fique pra posterioridade, como escrever um livro, plantar uma árvore, estrelar um filme (nada de filhos).
- Bem, considerando-se que eu realizei o sonho n° 3 (o de ser milionária), então eu teria todo o tempo do mundo e os recursos para aproveitar a vida. Então eu iria viajar muito, aprender novas línguas, iria conhecer um milhão de lugares e culturas.
- Sonho em ser uma rockstar. Desde que nasci, eu quero estar em cima de um palco, e a musica é o que eu mais amo na vida.
- Eu quero ter um cachorro bem grande, e uma cama de casal pro cachorro dormir comigo.
- Desejo ter sempre coragem de poder realizar tudo que eu tenho vontade, e jamais fraqueja ou hesitar. Quero ser uma mulher forte e fodona, daquelas que todas respeitam e admiram.


Bom, o meme fica aberto pra quem quiser responder, já que a trupe aqui foi convocada em peso pra respondê-lo!

Bjusssssssssssss!

Promoção Rosa Choque!!!!!

O Natal ta chegando e o Divã tem N-O-V-I-D-A-D-E!

É uma promoção pros leitores e leitoras que lêem as postagens, dão seus pitecos, se identificam ou tem vontade de esganar os colunistas deste rosado e querido blog!

Mas como funfa? Basta responder a pergunta:

Por que você precisa de um divã?
nos comentários desta postagem até o diaaaaa 23/12/2008 (por favor deixe seu e-mail ao final do comentário!)

As 10 melhores respostas serão premiadas:
o 1º lugar ganhará o livro
“As Mentiras que os homens contam” do Luis Fernando Veríssimo
ouuuu "Mulheres que correm com os Lobos: mitos e histórias" da Clarissa Pinkola Estes (o/a sortudo/a escolhe!!!)
do 2º ao 4º lugar, os vencedores ganharão uma camiseta do Divã Rosa Choque;
do 5º ao 10º lugar, um selo-prêmio pra pôr no blog, no Orkut, enfim, mostrar que você mandou bem na resposta.

O resultado sairá em 24/12/2008.
A postagem dos prêmios é por nossa conta.
A promoção não é restrita aos blogueiros; leitores não-blogueiros podem e devem participar! Porém, todos devem residir no Brasil!
Critério de avaliação: as 10 melhores frases serão eleitas por uma comissão do Divã Rosa Choque, que vai se unir e ler todas as frases. O critério, portanto, se torna algo subjetivo e de acordo com o gosto de nós, colunistas. Podemos escolher pela originalidade, criatividade, humor, pela técnica da escrita ou qualquer outro fator.

Boa sorte à todos e se jogueeeeeeeeeeeeeeeeeeeem!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Sinais

(Por Anna O. e Mariana Valente, correspondentes intergalácticas)

Não, não é o filme. Ninguém aqui pretende sofrer um ataque extraterrestre. Nossa parada é com os terráqueos-machos mesmo. Não entendeu? Calma... As colunistas de plantão Mari Valente e Anna Oh explicam!
Você conhece alguém, a afinidade é instantânea... Conversam sobre qualquer assunto, desde o último capítulo eletrizante da novela das 8 até o resultado do campeonato de futebol de botão da Finlândia. Tem os mesmos gostos, senso de humor parecidíssimo, as conversas táteis – mão no braço, no ombro, na perna – a empolgação nos gestos durante a conversa, a alegria aparente quando estão na companhia um do outro... Ele lembra de tudo que você conversa com ele, é pontual, atencioso e um ótimo ouvinte... Parece ótimo! Um partidão! Você acha que o seu interesse por ele está mais que óbvio e que ele já percebeu... E fica na espera de algo que indique que ele também está na sua, uma frase, um gesto... Ou seja, você está à espera de sinais...

Sinais são algo que buscamos durante várias fases na relação: de início, queremos simples toques da pessoa de que ela está afim, de que podemos avançar, investir, alimentar uma paixonite, falar mais perto, tocar o braço, demorar no abraço e jogar olhares fatais... ui.
Mais adiante, esperamos o sinal verde de estabilidade, confiança, amor (quem sabe?)... e pra amar deve haver um trampolim; um trampolim pra uma piscina cheia de incertezas que a gente acredita mesmo tento todos os alertas do mundo pra não acreditar. Pra acreditar, precisamos do sinal “SE JOGA!”. Como saber se vamos cair numa piscina vazia? Rasa? Olímpica? Ou cheia de bichos? Ou turbulenta? Ou numa hidro? Pelos sinais...
Eles são demonstrações de que você pode se aproximar da pessoa, ficar mais e mais íntima (e isso nem é no sentido físico, mas naquelas coisas emocionalmente complicadas) e sim, acreditar, nem que seja por alguns meses, que felicidade existe, que amor existe, que Papai Noel e a rena Rudolph existem. E que ambos tem narizes vermelhos. Menos você, claro.
É sim, o jeito de saber que o próximo passo não será num terreno arenoso, que o nariz de palhaça não vai ser seu DE NOVO e que aquele abraço é sincero. E isso é perceptível em cada gesto de cuidado, cada delicadeza nas palavras postas, cada pestanejar demorado, nos recados, nas risadas, nos bilhetes, no despertar e adormecer juntos, no enlaçar de pernas e na atenção que se dá ao outro. Atenção, que é diferente de monopólio.
Tudo isso fala por si... é um “vem cá” dito de outras formas.

E por que não tomamos uma atitude mesmo antes desse sinal aparecer (e se aparecer?) Simplesmente por medo! Medo do que isso possa fazer com a amizade entre vocês, principalmente se estão num ambiente de convivência diária, como trabalho ou faculdade... Medo de expôr a sua face mais sensível e ao mesmo tempo frágil, porque aí ficamos mais propensas a ter uma decepção maior se algo não sai como o planejado... Medo de se apaixonar perdida e inconsequentemente por alguém e não agüentar o tranco de ter um relacionamento promissor – é paradoxal mas existe sim, eu juro! E enfim, o medo dele não corresponder aos seus sentimentos e você ficar com cara de tacho.

Nem sempre os sinais vem, o que evoca sentimentos de rejeição e questionamentos de toda sorte, tipo: “eu vi coisa onde não tem?”, “será que ele não quer se envolver?”, “é namoro ou amizade?” (ta, foi brega, eu sei...), “ele ainda gosta de mim?” e todo esse lenga lenga reflexivo e pseudo-masoquista que a gente adora fazer. Acho que diante de dúvidas, nada como uma boa conversa. A sondada com o flerte, a DR com o amado, tanto faz... o que importa é, além do senso investigativo, manter a calma, o bom-humor e cultivar o hábito do diálogo.

(se não der certo, sai na mão... ahahahhhhaha)
ps: não tentem fazer isso em casa!



Ps2: Pra quem ainda não sabe, o Divã tem uma promoção de Natal pra dar presentinhos pras leitoras... só clickar!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Touched for the very first time!



Like a Virgin de novo, em homenagem ao post da leitora Josie Geller e à vinda da Madonna para o Brasil, lá vai esse post! Pois é, papo vai papo vem, na discussão para o caso da leitora sobre virgindade, eu acabei falando: Ah, mas pra que tanta festa sobre a primeira vez, é sempre uma m...! Frase que logo teve a Anna Oh! como entusiasta. Tá, eu só tive uma primeira vez, mas creio que o estranhamento da situação é maior que qualquer coisa. Tipo, eu acho que ninguém goza na primeira vez. Você está muito mais preocupada em estar pelada pela primeira vez, se vai doer (tááá, já lemos revista atrevida demais pra saber q a primeira vez não dói, e se dói é pq a menina fica nervorsa. Mas saber disso é que me deixava nervorsa!), tem a questão de o que o cara vai achar da sua cara, o que você vai achar da cara dele, vixe!


Será que ele é O cara? será que ele não está interessado única e exclusivamente pelo sexo? Tá, se você tem um namorado fixo há algum tempo essas crises diminuem. Tem aquela de você querer que seja o mais perfeito possível: "Darei para o meu namorado quase noivo em uma estação de esqui numa cabana com lareira e um cobertor bem fofinho, além de champanhe com morangos belgas! Haha!"



A minha primeira vez foi com o cara certo pro momento. Doeu um monte, demorou pra encaixar, teve as clássicas frases (citadas aqui pela Anna), "Vai devagar comigo", ou "Será que está no lugar certo?". Foi demorada demais pros meus padrões da época (padrões construídos por filmes hollywoodianos mais calientes, onde as preliminares e o ato se concluíam em 5 minutos de filme), queria acabar logo com aquilo, foi estranho, e olha que eu gostava um bocado do rapaz! Depois tinha a crise do: será que vai sangrar? Por que existe hímem complacente, que não sangra por que não rompe, e vai q eu sou dessas? O que ele pensaria, que eu estava enrolando esse tempo todo de frescura, que minha primeira vez já tinha rolado?



E será que eu sou boa de cama? Enfim, um monte de questões que impedem, pelo menos para a mulher, que a primeira vez seja bem aproveitada. Com o tempo, a confiança e a sincronia atingida pelo casal ajuda a transformar o sexo em algo muito muito bom! Ou se não tem namorado, mesmo assim a mulher vai se adaptando, permitindo se conhecer mais, e finalmente, tcharãããã, ela vê todas as estrelas que lhe foi prometido na primeira vez! Eu reparo que adjetivos para uma primeira vez boa é sempre: "Ah, ele foi carinhoso, teve paciência", mas nunca ouvi "Putz, tive orgasmos múltiplos"



Enfim, creio que a primeira vez fica na escala entre "Foi péssimo, vou virar celibatária" e "É, até que foi gostosinho". O importante é não esperar tanto assim da primeira vez, ter alguém que seja carinhoso e que no fim te estimnule a tentar de novo. Por que a perseverança nesse caso acaba trazendo bons frutos, ah se trás!



Beijos da Marie Curie



Ps: Eu sei que ando sumida, mas eu volteeei, meu povo! Qualquer reclamação enviar à minha chefe e aos meus professores da faculdade, depois mando e-mail e endereço para cartas-bomba.
Ps2: Gente, olha a promoção aí embaixoooo!

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Convivência

Os homens falam que nós, mulheres, somos difíceis de ser compreendidas... Que temos um humor bem variado (claro, os hormônios!), que descontamos todas as nossas frustrações neles (óbvio, geralmente quem nos estressa são eles, seja pai, namorado, marido, irmão, tio ou cunhado) e que somos extremamente cricas com tudo! (não somos cricas, somos exigentes...)
Será que damos tanto motivo assim pra eles acharem complicado a convivência conosco? Respondo que sim! Antes que vocês queiram queimar essa colunista na fogueira por ir contra o movimento, eu explico... Às vezes somos tão ligadas no que queremos fazer ou ter que esquecemos que um relacionamento é formado por duas pessoas, ou seja, deve-se fazer um balanceamento dos desejos e vontades dos dois...
Por exemplo... Nossa queridíssima Anna Oh fez um post falando do Playstation e eu reparei na quantidade de comentários falando que odeiam que o namorado a “deixe de lado” pra jogar e coisas do gênero... Pra ver o futebol ou tomar uma cerveja com os amigos... Mas vamos pensar do outro lado... Imagina o quanto eles não ficam putos quando ficamos vidradas nas novelas? Ou quando queremos experimentar todas as roupas de todas as lojas do shopping no dia de domingo? O ponto crucial ai é saber manejar a agenda em comum... Um dia façam programas da preferência dele, e no próximo fim de semana, é a sua vez! Todos esses interesses fazem parte da personalidade dele, e se você gosta do mocinho e quer mantê-lo contigo, é bom respeitar esse lado.
Outra coisa que deriva muitas brigas em um relacionamento é a tal balada só com os amigos... Conheço pessoas que falam: “Imaginaaaa que vou deixar meu namorado sair com aquele bando de amigos safados dele... Só se for pra eu ganhar um chapéu de viking, cheio de chifre!” Pois é... Fazendo isso você dá abertura pra ele bloquear a sua girl’s night regada a fofocas e biritas! É necessário um tempo com os amigos, tanto ele quanto você, afinal vocês não nasceram grudados e cada um tinha sua vida social antes de se conhecerem... O importante é sempre manter o respeito e nada de ficar ligando de hora em hora pra saber onde ele está! Menina chiclete de bola Ploc não desce né? Confiança é um dos alicerces para um relacionamento saudável e se deixar ela de lado... Ele não ficará de pé por muito tempo (sem trocadilhos, juro!)
Claro que é fácil falar e difícil fazer, a pulguinha atrás da orelha sempre fica incomodando... Mas lembre-se que pegação no pé e cobranças em excesso fazem o cara fugir de você que nem diabo foge da cruz!
E agora uma situação incontrolável: TPM! Aparece todos os meses pra maioria das mulheres, e é um saco! Uma miscelânea de emoções e às vezes nem nós nos agüentamos, e temos plena noção disso! Imagina o xuxu então... O que fazer pra tentar amenizar esses efeitos inerentes a esse período do mês? Conversar é sempre uma boa saída... Na maioria das vezes os homens sabem quando a namorada está de TPM e muitas vezes preferem se afastar um pouco quando há brigas sem motivo... Podemos culpa-los? Não! Antes ficar um dia ou dois (ou três quem sabe) meio longe do que criar um caos sem motivo palpável e abalar o relacionamento...

Pra finalizar o post, um teste pra saber se você é uma pessoa fácil de se conviver... Clique aqui pra fazer o teste!
Eu fiz e deu esse resultado :

sábado, 13 de dezembro de 2008

Deitando no Divã – Like a Virgin

Ouvimos sirenes... alguém acionou o Divã e cá estamos nós, com mais um caso!
Josie é uma guria de 26 que anda angustiada. O fato de ser virgem a incomoda profundamente, porque, apesar de isso não ser uma decisão religiosa nem nada do tipo...
“só que eu simlesmente não consigo arranjar um namorado, parecem que os homens passam por mim e nem me olham, e pior todas as minhas amigas tem namorado e relações...”
Esse tipo de coisa feito mal a ela, suscitando fantasias de que vai morrer sozinha e virgem.
“Será que há algum problema em ser virgem aos 26 anos?? Será que eu tenho algum problema?? Por favor me ajude , tenho sentido muita vergonha da minha vida.
Obrigada.”
(Caso discutido por Andreas Ribeiro, Anna O. e Marie Curie)

O Andreas já trouxe, nos primeiros segundos de conversa, uma fala muito significativa e que concordamos: não há problema algum em ser virgem aos 26 anos, a coisa pega justamente no fato de ela se incomodar com isso. (sábio Andreas)
E aí, é normal se sentir incomodada. Porque observar todas as pessoas do seu círculo social e da sua faixa etária com relacionamentos e você não, dá aquele sentimento de não-pertencença, de anomalia, de que “há algo errado”, de não ser atraente, mulher o suficiente para... e outras neuroses.
Acabamos lembrando de momentos em que nos sentimos assim, e até acabamos supondo que muita gente em seu lugar reagiria dessa forma. Há, ao nosso ver, um círculo vicioso, no qual a auto-estima baixa faz com que ela se sinta pouco atraente; sentindo-se pouco atraente, a auto-estima vai láááááá pra baixo. Outras suposições que fizemos, foi que talvez uma educação rígida, o modo com que ela foi criada interfira no quão liberal ela é ou não é sobre essas questões: tanto na parte moral como nas auto-cobranças. Também, algum quadro de rejeição pode maximizar o medo de ser rejeitada novamente e trazer à tona aqueles pensamentos de que nenhum cara vai querer se relacionar com ela, que ela ta abaixo da linha das pessoas normais. Balela, só não abraçar esse tipo de idéia que o fato de ser virgem não vai te afetar taaaaanto!

O.k., mas saber disso não muda nada, o que vai mudar esse quadro é, primeiramente, sua postura frente ao mundo, suas atitudes, incorporar pequenas mudanças no seu dia-a-dia. Como?
Sorry pelo trocadilho, mas a coisa é ser mais “aberta” pro mundo. Sair mais, buscar se arrumar (não atender a um padrão, mas se arrumar pra que você se sinta bonita), ir pra lugares diferentes, se propor a conhecer pessoas... mas tudo no seu tempo (só não se acomode nesse tempo). Começar flertando é legal, mas sem alimentar monstruosas expectativas. Flertar com alguém próximo, de convívio... uma paixonite sempre faz bem (vide post das escadinhas). Aquelas aproximações suaves são exercícios legais, aquela coisa de “ops, esbarrei em você!”, de encostar o braço, e ir encostando, e encostando vááárias vezes. Outra alternativa é o flerte na balada. São desconhecidos, logo, não rola aquela necessidade intensa de agradar, tem muitos caras, então, pode-se fazer algumas investidas (só não cristalizar naquela pose de princesa e, se se sentir disposta, chegar em alguns caras, dar sorrisinhos e fazer um charme). Legal, isso tudo é o começo, pra exercitar o contato com o outro e possibilitar que os contatos posteriores fluam mais naturalmente porque você já estará mais segura. Aí sim, você pode conhecer alguém legal e adquirir intimidade gradativamente...
Vá fazendo as coisas no seu tempo, sem se apressar ou acomodar. Ouse, mas ao seu modo. E, se conhecer um cara especial, certamente vocês poderão compartilhar isso (sem ser um tabu ou um segredo), e muitos momentos bons.

Trechos da conversa:
Anna O. diz: masssss, cada um tem seu tempo e o tempo pra se envolver em situações que levem a isso...
Marie diz:
ela deveria criar situações
Marie diz:
se atirar mais
Andreas Ribeiro diz:
Simmm... a sociedade nos esmaga
Anna O. diz:
primeiro, é um círculo vicioso: auto-estima baixa faz com que ela se sinta pouco atraente. Sentindo-se assim, a auto-estima despenca

PS. Pra quem quiser participar dessa coluna e contribuir para o Divã, e nós do Divã tentarmos ajudar você também, envie seu caso/história/dúvida/angústia para nós no e-mail divarosachoque@gmail.com e nós analisaremos e postaremos assim que possível!! sempre sem idenficicação e sem expor alguém, mais detalhes veja mais sobre nossa coluna DEITANDO NO DIVÃ.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Presentes de Natal


- E aí, o que você quer ganhar de presente de Natal?
- Ahhh, não precisa nada não...
- Fala, eu quero te dar um presente, poxa!
- Já disse, não precisa!
- Precisa sim. Eu quero te dar um presente e é só você me dar uma dica!
- Ah, você vai ficar gastando comigo? Nãããão, eu não quero nada não...
- Putacúdocedaporra!

E aí, você experimeeeeeeeeeeeeeente aparecer sem o presente. A pessoa simplesmente vai te fritar com os olhos (é, aquele olhar semi-cerrado, de predador sanguinário). Note os dedos se fechando vagarosamente (inconscientemente isso é a vontade de te arremessar contra uma parede). Todo aquele espírito natalino e lenga-lengas de amor ao próximo puf..! somem no ar. No lugar, uma atmosfera de ódio...

Agora, apareça com o presente errado. Ou repetido, o que é pior. Dê coisas sem noção. Sujeito vai te xingar até o juízo final. Se o sujeito em questão for vossa santa mãezinha, pode crer que ela vai buzinar na sua orelha ad eternum... será seu karma. É... seu karma, o Natal madito.

E aí a pessoa fica puta da vida, virada nos 13, no exu caveira, fica doidaaaaaaaaaaaaaa...
Mas você perguntou. Deu uma sondada. E não foi uma sondada sutil, você pediu, implorou: “me diz o que você quer, desgraça!”.
Esse ano serviu: desde outubro minha mãe proclama o presente que quer. Só meu tio que não aprendeu ainda, tsc, tsc.. vai ganhar a 10ª camiseta preta da Hering do ano.
E se alguém perguntar o que eu quero, faço uma listaaaaa....

Portanto, sejam gentis, nada de cu doce quando o assunto é presente, certo?
E nada de bico depois, se te derem um par de meias ou kit calcinhas-da-vovó.


PS: o Divã vai dar presentesssss... aguardem!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Cospe ou Engole?

Esse tema é um velho conhecido das rodinhas de amigas quando vão falar sobre sexo.

Existem varias piadas do tema, algumas verdades e alguns mitos, mas a pergunta sempre persiste, e na hora H, cospe ou engole?

Antes de tudo, eu digo que sou à favor das experimentações, ou seja, a maioria das coisas não devem ser negadas antes de testadas. É claro que não acho que você tenha que provar de tudo, todos nós temos os nossos limites e temos que respeitá-los, mas, tem que ver se esse limite é realmente um limite, ou uma idéia preconcebida e que você apenas não a questionou ainda. Como eu abordei nesse texto (na bundinha... não?) e na (continuação dele), dizendo que devemos pensar no que pode ser bom para nós antes de negarmos.

Mas ae, você está lá, toda bonitona abocanhando o rapaz, usando todas as suas técnicas milenares orientais e todas as aprendidas na revista capricho (hahahaha) e deixa o rapaz tão doido que ele chega às vias de fato do ápice da excitação e ao gozo...

E agora José? E agora você?

Continua como se nada tivesse acontecido até o guri se contorcer e não agüentar mais e manda tudo guela baixo como um prêmio conquistado pelo seu poder sexual/oral?

Ou então na menor percepção de vir um objeto voador não identificado você sai da zona de risco e torce pra não ser atingida por esses alienígenas traiçoeiros?

Ou ainda, encara a parada, continua até o rapaz concluir o fato e então, sai sorrateiramente à esquerda e dá um pulo na sala de banho e devolve o conteúdo à pia, faz um bochecho, um listerine e volta ao normal?

Eu diria que todas as possibilidades são possíveis, viáveis e aceitáveis, mas qual delas é a mais interessante? Acho que para cada mulher, pode ser uma...

E para os homens, fica aqui a mensagem: Saibam respeitar os limites de sua parceira e não tente forçar barras, se ela estiver afim, pode ser do jeito que você quiser, se não, saiba curtir como for.

Dando o ponto de vista masculino, creio que quão mais completo for, melhor, pois estimula por mais tempo as partes sensíveis e prolonga a sensação de prazer...

E se você, homem, acha que se a mulher engole ou não é demonstração de “safadeza” ou algo assim... então meu amigo, você está nos tempos das cavernas ainda, pois se esse tema for assunto de um preconceito desse jeito, nos dias atuais, seria lamentável...


E ae, cospe ou engole?


Beijos para todas

Andy

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Playstation, o inimigo número 1 das mulheres

O post-deboche da vez visa mostrar o quão intensos são os malefícios para nossa sanidade mental de um dos maiores divertimentos do gênero masculino: o Playstation.
Não que ele seja o único motivo para termos vontade de esganar os bofes (se fosse só isso, seríamos felizes), mas o tal aparelhinho, com o passar do tempo, vai ganhando espaço, atenção, investimento e a convivência torna-se insuportável! Ás vezes fica até difícil apelar pra um “ou ele, ou eu”. Não duvide se ele agarrar o Play... e o memory card!

A aproximação do inimigo é sutil... pode ser assim: seu namorado, que não joga há séculos vai na sua casa; seu irmão pirralho convida “quer jogar?”. Ahhh, claro que ele quer! E no começo é engraçadinho, eles se enturmam, até falam palavrões juntos! E aí, cê fica lá, cara de paisagem, vendo toda a carnificina acontecer... por uma, duas, três horas...
Ou assim: um dia, bofe chega feliz, dizendo que tinha uma grana-não-sei-da-onde e decidiu que precisava de alguma coisa pra se divertir. Claro, o divertimento cabe numa caixa de papelão, vem embrulhado em plástico-bolha e é ligado na TV, geralmente no horário em que você costumaaaava a assistir alguma coisa. Daí em diante, minha amiga, você vai assistir a tragicomédia de cavalões virando criancinhas com um controle nas mãos, agendamento de campeonatos entre diversos cavalões (sim, na SUA casa!) e tu, tatu, fica folheando revistas, virando cada página com a fúria dez tufões, bufando, sem ganhar uma olhada do rapaz.

Mas pra chegarmos a esse ponto, saliento que o fato de sermos preteridas ao Play deve ser recorrente, tomar horas e horas, resistir a nossas falas do tipo “larga isso e vem aqui...”, sim, quase-quase beirar a compulsão.
É uma situação difícil, porque enquanto ele aperta os tais botõezinhos, e sente o analógico, poderia apertar os SEUS botõezinhos e sentir o SEU analógico! E aí a coisa começa a irritar.
Irrita porque eles nunca jogam com o volume baixo e, se o jogo em questão é de futebol, o narrador fala mais que uma matraca, quase sempre em inglês ou espanhol, dá berros (e seu amado dá berros também, que conseqüentemente evocam seus berros contra ele). Se o game dá margem pra que dois jogadores joguem um contra o outro, quase sempre o malandro te convida pra jogar depois que ele treinou muuuuuito... han. O.k., tem os mais compartilhadores, que insistem pra você jogar com eles, ensinam e tals, mas são raros. Os Players não-egoístas.
Não custa nada compartilhar alguns momentos de diversão com ele e o Play – ressalto, alguns momentos. Também não façamos drama por um tempinho de jogo. Mas aí se o sujeito nem pisca na frente da TV, se esquece a própria identidade, se a criatura deixa de comer, tomar banho, se não dá neeeeeeeeem aquela olhadinha pra você quando a pontuação é alta ou quando marca um gol (a olhadinha de “admire-me, mulher!”)... aí sim é a hora de trocar de joystick.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Auto-estima

A TRADUÇÃO CRETINA de hoje é da minha banda favorita ever, The Offspring! A música Self Esteem é um dos seus grandes sucessos, e pelo que eu sei alguns colunistas aqui também A-D-O-R-A-M essa música... É a história de um cara bem banana que não tem um pinguinho de auto-estima! Por Mari Valente e Anna Oh!
Self Esteem (Auto-estima)

I wrote her off for the tenth time today
And practiced all the things I would say

Eu escrevi para ela pela décima vez hoje
E pratiquei todas as coisas que eu ia dizer

O cara já começa mostrando o quanto ele é mané! Aposto que ficou treinando a conversa no espelho, que nem os nerds americanos quando vão chamar a garota pra sair... Trágico!!! E ainda deve ter cola da conversa no bolso da calça...
Caras ensaiados dão sono...

But she came over, I lost my nerve
I took her back and made her desert

Mas ela chegou e eu perdi minha coragem
Eu a aceitei de volta e lhe fiz uma sobremesa

O que eu disse? Mané! Morrendo de medo de lever um pé na bunda, merece apanhar na cara! “Sim, sim querida, aceita um pudim, um manjar ou um brigadeiro?” Acho que ele está tentando engordar a mulher ninguém mais querer!
É o típico homem que na hora de chamar na xinxa, desiste e fica falando de coisas fofas, assuntos neutros e sem sal. Não tem paciência que suporte....

Now I know I'm being used
That's okay, man, cause I like the abuse
I know she's playing with me
But that's ok cause I got no self esteem

Agora eu sei que estou sendo usado
Está certo cara, porque eu gosto do abuso
Eu sei, ela está jogando comigo
Mas está certo, porque eu não tenho auto-estima

Nossa, jura que você sabe que está sendo usado? Se o cara fosse ignorante ainda tinha lá uma desculpinha, mas ele já sacou a intenção da garota... Nasceu pra ser saco de pancada! Amor próprio realmente passou loooooonge daí!
Tadinho, tooooodo vitimizado. No mínimo ela obrigou o guri a abaixar as calças! Ahahahaha, conta outra, Sr. draminha. Cê gosta de ser jogado no chão e chamado de tapete.

We make plans to go out at night
I wait till 2 then I turn out the light
All this rejection's got me so low
If she keeps it up I just might tell her so

Nós fizemos planos de sair à noite
Eu esperei até às 2 e apaguei a luz
Toda essa rejeição me deixa tão mal
Se ela continuar eu faço uma força e digo pra ela

Leva bolo da mulher e ainda sofre, tenho certeza que enquanto ele tava com dor de cotovelo ela tava dando pra outro muito mais macho que ele… E ainda espera mais pancada pra pensar em tomar uma decisão? Tô achando é pouco pra ele viu... Pisa mais vaquinha, pisa mais que ele tá pedindo!!!
Ele gooooooooooooooooxxxtiaaaaaaaaaaaaaa! Ofereceu doce, tomou bolo! E aí ele fica adiando pra dar um basta enquanto é usado de step.

When she's saying, oh, that she wants only me
Then I wonder why she sleeps with my friends
When she's saying, oh, that I'm like a disease
Then I wonder how much more I can spend
Well I guess, I should stick up for myself
But I really think it's better this way
The more you suffer, the more it shows you really care...
Right? Yeah!

Quando ela diz, oh, que eu sou o único que ela quer
Então eu queria saber porque ela dorme com os meus amigos
Quando ela diz que eu sou como uma doença
Então eu queria saber o quanto mais eu posso gastar
Bem eu penso, eu estou me enganando
Mas eu realmente penso que é melhor assim
Quanto mais você sofre mais mostra o quanto se importa
Certo? yeah!

Ela passa uma conversa bem furada e falsa pra ele, dá pros amigos dele e ainda suga a grana dele? (Será que ele tem um amigo assim pra me apresentar???) Pois é, quem nasceu pra ser banana não vai mudar mesmo…
Ele gosta da situação, assume que acha melhor o comodismo e joga a culpa na auto-estima? Isso é sem-vergonhice!

Now I'll relate this a little bit
That happens more than I'd like to admit
Late at night she knocks on my door
She's drunk again and looking to score
Now I know I should say no
But it's kind of hard when she's ready to go
I may be dumb, but I'm not a dweeb
I'm just a sucker with no self esteem

Agora eu vou contar um pouco mais
Do que eu queria admitir
Tarde da noite ela bate na minha porta
Está bêbada de novo e querendo trepar
Agora eu sei, eu deveria dizer não
Mas é difícil quando ela está pronta para ir
Eu posso ser bobo mas eu não sou um imbecil
Eu sou só um idiota sem auto-estima

Caso típico de quem está sendo usado... Na madrugada, quando não tinha ninguém melhor pra satisfazer seus desejos sexuais, ela bateu na casa dele, esquema certo! E ainda teve que beber pra poder encarar a bomba... Desconfio que além de tudo o cara é ruim de cama... Acho que essa falta de auto-estima está ligada ao tamanho do documento... Deve ser mínimo!!!
Prontooo, cê virou a pizza fria no meio da madrugada! É imbecil sim, idiota e pode até ter uma auto-estima beeeem baixinha! Mas que gosta, gostaaa!




terça-feira, 2 de dezembro de 2008

A cueca errada...

No filme Vicky, Cristina, Barcelona há um diálogo bem legal entre Cristina (Scarlett Johansson) e o charmosíssimo pintor espanhol interpretado por Javier Bardem.
A cena ocorre pouco antes de eles irem (ou quase irem) para a cama, e não me lembro por que cargas d’água o Bardem olha pra ela com aqueeeeeeeeela cara (ai!) e pergunta: “o que poderia estragar essa noite?”. A resposta veio na lata: “você estar usando a cueca errada!”

Pois é, não digo que acabe com a noite, mas uma estragadinha dá sim.
Um presente embrulhado com aquele papel brega, cheio de florzonas e tals corta o barato do presente em si. Foi a metáfora mais tosca e acessível que consegui, mas é bem isso mesmo.
Desanima, não é zéguizy e às vezes parece uma coisa meio porcão.
Porque, vamos combinar que amarelo não é cor que se use (isso é uma vingança por tanto falarem nas nossas calcinhas cor-de-pele), que azul-camisa-de-cobrador-de-ônibus não rola e muito menos azul-superman. Elástico esgarçado não é tara de ninguém e deixa o cara com ares de fugitivo de guerra. Se manchou de cândida use pra encerar o carro, pra dormir, sei lá, mas não saia com sua desbotadinha por aí!
Tem muitas diferenças nos gostos. Parece opinião geral da nação que cueca box enlouquece até madres-superioras; muito comentadas também são as cuecas brancas, que mostram sem mostrar... hummmmmmm!
Preto cai no grado de muitas gurias e samba-canção pode até dar um ar boêmio, ser confortável pra vocês, mas aquelas estampinhas são de matar.
O “causo” fica grave quando, além do tal elástico zoado, o sujeito resolve fazer graça demais. Vamos aos fatos.

Sujeito A, filho dos meus pais a quem eu me recuso chamar de irmão, passeia pela casa trajando uma cueca... l-a-r-a-n-j-a. Pronto! Stripper da Vega Sopave? Garoto propaganda da Fanta? Ô coisa feia! Parece um farolete!

Sujeito B: caso que uma ex-funcionária contou. Noite no motel, sujeito tira as calças e... sim, a cueca dele tem orelhas (?), é cinza (?), tem olhos (????), e... tromba! Um elefantinho! A parte trágica é que eles não tinham intimidade suficiente pra que tais gracinhas entrassem inocentemente no contexto.... medaaaaaaaaaaaaaaaa!

Na recusa de traçar maiores comentários sobre isso, pedimos encarecidamente que tais modelitos fiquem socados no fundo da gaveta, que sua rotatividade se restrinja aos dias de coçassão de saco em plena privação de mulheres e, ah.... mais cuecas box!

PS: o Bardem de cueca é presente pras leitoras!

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Deitando no Divã - 2 meios não formam 1 inteiro

Dona Flor está um pouco confusa sobre o que fazer em relação aos bofes. Se sente mal por estudar psicologia e não conseguir resolver os próprios problemas, mas tem consciência de que tem que começar “estagiando”.
Flor namora há três anos com um sujeito, masss....
conheci um cara bacana no meu trabalho, inicialmente me chamou atenção pela sua beleza (loiro dos olhos verdes, boquinha cor de rosa, quem resiste?), depois pela sua pegada maravilhosa. Bom, conversa vai, conversa vem, acabamos ficando, é traí meu namorado.” Ela deu um tempo com o oficial e, nesse período passou só no Love com o loirinho. Descobriu os dotes dele na cama, mesa e banho, e se jogooooooou; em contrapartida, salientou que ele é meio machista, grosseiro e “um defeito pra minha mãe é que ele é pobre, n tem carro, blá blá blá.”.
Comparando o loiro com o oficial, este último é super educadinho,faz tuuuudo para agradá-la, partidão, bom-moço, pós-graduando, boyzinho...
Ela se sente culpada por gostar do loiro enquanto tem um cara perfeitinho gostando dela e afim de tocar o relacionamento adiante apesar do “tempo” que deram.
A mãe de Flor acha que o romance com o loirinho é fogo de palha, paixonite que passa rápido; o pior é que a opinião da mãe acaba influenciando muito a moça.
“Hj voltei com meu namorado, por pura pressão da minha mãe, mas ele sabe que eu gosto do outro e resolveu continuar comigo mesmo assim, quer me fazer esquecê-lo. Pensei: se fosse comigo, eu mandava pastar, estou tentando descobrir o limite entre a babaquice e o verdadeiro amor, pois meu namorado aceita cada coisa, que meu, só por deus.
Estou com medo de trocar o certo pelo duvidoso......ai ai ai de me arrepender depois.
O que vcs acham de tudo isso? O que vcs fariam no meu lugar? Me ajudemmmmmm”
.


Pois bem, chamaram o Divã e cá estamos!
*Os colunistas que deram pitecos foram Andreas Ribeiro, Mari Valente e Anna O.
Tivemos uma conversa que chegou num consenso em diversos pontos – um milagre!.


Consideramos importante que, em primeiro lugar, ela não se sinta culpada por estudar psicologia e não conseguir lidar com os próprios conflitos. Não há obrigação alguma em estar sempre decidido, em equilíbrio, bem-resolvido e blá blá blá. A gente entra em parafuso mesmo, faz cagada, sofre e se enrola tanto quanto qualquer mortal.
A questão da influência da mãe é algo que pega também; por mais difícil que pareça, tem certas horas na vida em que temos que tomar as rédeas da coisa, optar sem responsabilizar os outros por isso e sim fazer do escolher um exercício, pra aprender a escolher melhor e consciente dos próprios sentimentos. Como disse a Mari Valente, “tomar as rédeas das próprias vontades”.
Outro ponto importante é ela ficar traçando esses comparativos entre os rapazes: um é mais isso, o outro é mais aquilo. Achamos desnecessário pensar (como sua mãe pensa) em quem é um bom partido e quem não é; quem deve ser boa é você, não se escondendo atrás de um “partidão” ou coisa do tipo. Garanta-se por si mesma.
Foi de opinião quaaaase geral de que um afastamento de ambos moçoilos seria um bom passo. Assim, se distanciando, a situação poderia parecer mais clara e as decisões menos contaminadas por pressões, fogo, sentimento de culpa, etc.
Opinião quase geral porque o Andreas acha que não pega nada ela dar uns fights no loiro casualmente. O difícil é saber separar o casual de uma paixonite... e aí, pensando bem, o Andreas disse que se ela não souber distinguir bem “usar” de “abusar” é melhor um afastamento mesmo, já que o cara é diferente do anterior, desperta os sentidos da guria. E aí, outra célebre fala :
Mariana Valente: aquele velho ditado faz sentido... quem nunca comeu melado, quando come se lambuza
ou seja, ela nao tinha esse lado mais ardente e nao vai saber controlar o "uso".


Mais frases da conversa:
Andreas Ribeiro diz:
Então... a dona flor primeiro tem q saber o q ELA quer da vida (e do macho)
Mariana Valente diz:
pq eles sao apenas metade do que ele quer pra ela
Anna O. diz:
eu acho q ao invés de pesar quem é o melhor partido, ela deve pensar q não necessita de um partidão pra ser alguém, ser feliz, pra viver
Parece que há uma dicotomia
*entre o cara que seria bom pra ela, que ela deveria querer e
*aquele que mexe com ela, atrai, seduz e cativa.

Ao invés de encontrar essas características num cara só, acabou encontrando-as isoladamente em sujeitos que parecem opostos. É, dois meios não formam um inteiro... mas tem muitos inteiros por aí!

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

World in my Eyes

Mais uma para a Série "TRADUÇÕES CRETINAS" e dessa vez vamos com um clássico dos anos 80 é a música WORLD IN MY EYES do DEPECHE MODE!!

Abaixo seguem os comentários meus Andreas Ribeiro, da Anna O. e da tia Black Cat!
espero que gostem...

WORLD IN MY EYES - DEPECHE MODE

let me take you on a trip
around the world and back

and you won´t have to move
you just sit still

Deixe me te levar numa viagem
Ao redor do mundo e voltar
E você nem tem que se mexer
Apenas sente-se imóvel

Alguém já ouviu aquela “vem comigo, que eu te explico?” o cara começa a música dando uma dessas... ficar imóvel?? Meio dominador ele.. vai vendo...

Huahauahauahau, isso deve ser sexo com drogadito… uma viaaagem!

Calma minha gente, sem drogas! Haha! Quem já não esteve tão envolvido com alguém que só de fechar os olhinhos já se sentiu nas nuvens? Agora esse lance de imobilidade ai é meio suspeito sim...


now let your mind do the walking

and let my body do the talking
let me show you the world in my eyes

Agora deixe que sua mente faça a caminhada
E deixe meu corpo faça a conversa
Deixe-me te mostrar o mundo em meus olhos

Faça a caminhada pras mãos dele, né??? e seu corpo é mudo... só o dele fala?? Por isso que nós homens pegamos várias famas negativas...

Ui sabe-tudo. Vai mostrar pela luneta, isso sim… hauahauaahaua!

Sei, “do the talking”… é o que eu e uma amiga chamamos de “verbalizar”... Você fica lá quietinha e ele verbaliza... Os olhos dele nessa hora vão estar bem na sua pélvis, e essa não é uma visão de mundo muito complexa... ahiuahuaihuaih

i´ll take you to the highest mountain
to the depths of the deepest sea
we won´t need a map, believe me

Eu vou te levar para a montanha mais alta
Para o fundo do mar mais profundo
Nós não precisamos de mapa, acredite em mim

Eu ouvi alguém dizer que vai fazer no lustre também??? Espero que ele não curta também aquelas paradas de asfixiar os outros... porque já ta afogando a menina no tanque, trancando e jogando a chave fora...

Esse é o famoso “tarado por metáforas!”

Poxa, não precisa ser tão hard... depois da pélvis vai ter uma visita aos dois picos pra só depois ir pro mar fundo... o cara pelo menos ta preocupado com preliminares... em braile ainda.

now let my body do the moving
and let my hands do the soothing
let me show you the world in my eyes

Agora deixe meu corpo fazer o movimento
E deixe minhas mãos te aliviem
Deixe-me te mostrar o mundo em meus olhos

Em meus olhos, em minhas mãos e em outras partes que não citarei aqui por respeito às leitoras, mas todo mundo já sabe que mundo é esse, né? O mundo dos olhos dele é o mundo da Penthouse, isso sim...

Se o cara é bão assim, deixa ele, Andreas!

Let his body do the moving! Só o Andréas não gostou da história de deixar o cara fazer o movimento, nós garotas gostamos, viu meninos leitores? ahiuahiuahuiahuai

that´s all there is
nothing more than you can feel now
that´s all there is

Isto é tudo que tem lá
Nada mais do que você pode sentir agora
Isto é tudo que tem lá

Resumindo, vamos viver de sexo benzinho, é o que tem pra hoje...

È tudo nada, sempre tem que ter maaaais! N
ão é só sexo Andreas, o Dave não chegou lá arregaçando tudo, fez o maior clima... com a voz dele, do GOD! Dave Gaham ainda... G-zus! Se todos os homens soubessem como isso é válido... hahauihauihaui

let me put you on a ship
on a long, long trip
your lips close to my lips

Deixe me po-la num navio
Numa viagem muito, muito longa
Seus lábios juntos aos meus

Lábios... junto ao dele... olha, ele sabe pensar em alguma coisa antes de ir pros finalmentes, notem que ele passou a mão em tudo que podia e não podia antes de dar um beijo... Viagem longa? Ihhhh será que ele agüenta mesmo? Ou essa viagem longa vai durar uns 3 minutos, virar pro lado e dormir?? Do jeito que esse cara é apressadinho duvido nada..

Viagem longa = sexo tântrico. Se o navio for longo então, melhor ainda! Hauahauahauahau


Kkkkkkkkkk... Não importa onde você vai dar beijo primeiro, mas beije! É carinho do mesmo jeito... Mania de homem de achar que mulher não gosta de beijo poxa! E concordo com o navio da Anna… hauihaiuahuiahuia

and the islands in the ocean
all the heaven´s in the motion
let me show you the world in my eyes

E as ilhas no oceano
Todo o paraíso está no movimento
Deixe-me te mostrar o mundo em meus olhos

Ihhhh... o cara ta vendo sexo até nas tartarugas marinhas agora... deixa ele mostrar o mundo através dos olhos dele antes que ele comece a bater uma punheta na sua frente filha...

Se o mundo estiver em movimento, que seja um terremoto!

O movimento vem lá da outra estrofe... do moving... o cara continua.. e que não pare! ...rs..rs..

that´s all there is
nothing more than you can touch now
that´s all there is

Isto é tudo que tem lá
Nada mais do que você pode tocar agora
Isto é tudo que tem lá

É... sexo no café da manhã, no almoço e no jantar... e tu já viu na frase acima, que se você não tocar, ele mesmo toca... hahaha

Hummmmmmmmm...

Se for assim sempre pode ser até no lanche na meia noite também...

let me show you the world in my eyes
let me show you the world in my eyes...

Deixe-me te mostrar o mundo em meus olhos
Deixe-me te mostrar o mundo em meus olhos

É a típica visão do cérebro masculino... todas as sinapses fazendo sacanagens... vai começar a ver até pelo olho do ** dele...

O cara é polimorfo (piadinha de psicólogo hehehehhe)!
Ta bem, só conhecendo a ilha da fantasia do sujeito pra saber se é tuuuudo isso! Às vezes é um parque temático, às vezes um continente... mas em algumas situações é só aquela ilhota sem graça com um coqueiro no meio.

Olha... não é qualquer homem que promete tudo isso não... preliminares, fazer tudo por você... vai lá filha e agarra! Acho que se fosse a visão do cérebro masculino estaríamos aqui fazendo a tradução de um hip hop americano com negonas chacoalhando a bunda... o Dave se preocupa com a gente, né Dave? Ai..ai... isso sim é homem!!

http://letras.terra.com.br/depeche-mode/124536/
Créditos da Tração!!!!

E segue abaixo o vídeo da música, pego diretamente do Youtube...


quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Frases Pt. 9

Essa frase me foi dita pela nossa Mari Valente quando ela ainda naum era colunista rosa choque e agora eu posto a frase dela...

"Um Buddypoke vale mais do que mil palavras"

Na era da modernidade, os ditados vão "evoluindo"? Mas pra quem quer captar alguma segunda, terceira ou quarta opção, os buddypokes dizem tudo... hehe
E na mesma levada, segue uma frase do Andreas mesmo, que acho que para muitas fará bastante sentido...

"Ex bom, é ex sem orkut"

pra quem tem histórico de ex enchendo o saco no orkut, visitando todo dia, mandando scrap pra seus namorados (as) que vieram depois dele, indireta através de amigos em comum ou qualquer outra forma de ser chato, Ex bom é ex sem orkut!!!!

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Meme - Onde ir em São Paulo?


Passar para 05 pessoas e conhecer 05 novas cidades. É necessário que cada um dê sua opinião, não tem graça copiar e colar os textos, pelo menos alguma coisa tem que ser da sua autoria. Pois queremos ver a cidade pelos olhos de um morador. Ok? Mãos à obra?

Anna O. e Marie Curie respondem:

Apesar de morar no ABC, resolvi fazer sobre Sampa, uma vez que tem muita coisa interessante por lá. Também convidei uma amiga pra ajudar nessa tarefa, já que ela conhece bons lugares por aqui também... vamos lá, Marie? Então... let’s go!


1. Primeiramente, recomendo a Av.Paulista de cabo a rabo. Porque tem livrarias e cinemas e mais cinemas, o MASP e gente estilosa. E os caras são muy guapos, mas gays, nha... nem tudo é perfeito. Acho que é meu lugar preferido de São Paulo. O legal é que se você estiver sem grana, pode se passar por gringo falando qualquer dialeto maluco inventado na hora! Hauahauahauhua!

A Paulista também é interessante pelas coisas impossíveis de se achar. Lá tem uma loja de material de desenho que eu amo, uma livraria de sebo apertadinha e uma academia onde é a fonte os caras guapos e gays. Além de bons botecos pra fazer um happy hour e assistir aos jogos do São Paulo!

2. O bairro da Liberdade, e a feirinha. Comer o tempura de lá é impagável. Eu nem comento sobre comprar as bugigangas vendidas que podem gerar um rombo orçamentário. Nemmmmm comento.

A Liberdade também tem milhões de biscoitinhos, doces, salgados, é uma verdadeira festa gastronômica, se você gosta de comida oriental e não se importa de não saber o que está escrito nos rótulos. Eu gosto mesmo é do tempura de sorvete e dos manjus! E claro, as coisinhas fofas de lá sempre me deixam mais pobre.


3. O museu do Ipiranga. Perto de onde estudo, com um parque legal pra relaxar, ficar hoooras conversando. Há uns tempos atrás rolavam shows gratuitos aos domingos.... e tem uma feirinha muito boa! Só não vale tirar foto sentado nos leõezinhos...

Aiai, museu do Ipiranga... tenho boas recordações de lá, fui pela primeira vez com meu namorado! Tem os jardins estilo franceses, é um ótimo lugar pra ler e ver o movimento, na minha opinião.


4. Adoro o Centro Cultural da Vergueiro! Estudar, ouvir música ou simplesmente descansar nas mesas ao lado das árvores é demais! Adoro o silêncio, as pessoas que saem dos cursinhos e vão lá estudar, o clima todo inspira ao estudo e à concentração. Bom lugar pra reabastecer as baterias, e escrever posts pro Divã! Ainda tem apresentações de teatro bem baratinhas (foi lá que eu assisti várias peças do universo feminino) e mostras de cinema de graça, como a semana de filmes soviéticos.

Ah, taí um lugar que tem um imenso valor sentimental pra mim! Conheci o bofe lá. Já fui a shows, vi filminhos lado B e mostras de cinema que qualquer um se recusaria a ir comigo - exceto a Marie e o Andreas.

5. Não adianta, sempre que alguém da minha família vem pra São Paulo eu tenho que levar no centro! A região da 25 de março é um paraíso pras bugigangas e bijuterias baratinhas, novidades mirabolantes, tem umas lojas de artigos indianos onde eu me acabo de comprar incensos (embora minha rinite não permita) e ainda dá pra dar um pulinho no mercado municipal, experimentar todas as frutas das barracas que os moços ficam oferecendo pra gente, e comer o tradicional pastel do mercado municipal. Adoro as comidas árabes da região, vendidas em lojas lotadas de doces (amo amêndoas confeitadas), dá até pra ver o povo enrolando a língua. Ah, se alguém tiver coragem de comer o famoso pão com mortadela INTEIRO, por favor, me avise! Nunca vi ninguém capaz dessa proeza, deve ter mais de meio quilo de mortadela ali! Opa, bugigangasssssssssss! Adorooo!!


Vixe, ainda vai faltar espaço pra falar da José Paulino, Museu da Língua Portuguesa, Pinacoteca, Sala São Paulo, Parque do Ibirapuera, baladas do centro, bares da Vila Madalena...


Queremos saber:

O que é que tem aí: Bem Resolvida, Felipe, Lekkerding, Carrie e Penélope????

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Eles não tem bola de cristal

Já dei muito chilique na vida (vide esse link aqui, há uma clara demonstração). Mas acho que os chiliques mais intensos que uma mulher pode dar são os reprimidos. Sim, sim, aqueles que você vai acumulando, empurrando pra debaixo do tapete com todo o tipo de porcaria que se evita entrar em contato.
Aí, num dado momento, o tapete tem praticamente montanhas e montanhas de coisas debaixo de si. Eis a hora do chilique.
Uma das coisas que empurramos pra debaixo do tapete são as frustrações, aquilo que gostaríamos que acontecesse mas não acontece. E aí ficamos putas da vida, fechamos os pulsos e sacudimos o pescoço, fazendo bico (o.k., as únicas pessoas que fazem isso são a Charlotte do Sex and the City e eu). Se depois dessa cena tooooooda ninguém sacou o motivo da sua chateação é simplesmente porque você não sinalizou.
Não adianta argumentar que “tava na cara, até um idiota perceberia!” ou “ele não faz nada direito, não tem sensibilidade!”... mas... e você, bonita, você expõe?
Querer que o outro perceba magicamente o que você sente é pedir pra se relacionar com paranormais o tempo todo!
Daí, na categoria das mulheres frustradas entram aquelas que tem graaandes expectativas em relação aos pretês, que gostariam que ele sugerisse que fossem a tal lugar, que ele ligasse, que desse aliança ou qualquer coisa, mas qualquer coisa mesmo... e aí essas garotas ficam irritadas quando nada do que elas esperam que aconteça acaba efetivamente acontecendo.
Primeiramente, se falamos tanto, se nossa boca tem serventia pra muitas e muitas coisas, por que não falar aquilo que se deseja? Isso vale tanto pra agrados quanto pra sexo, e uma infinidade de elementos de uma relação.
Segundamente (heheheh), é muito cômodo esperar a ligação alheia, a declaração de amor, a puxada de cabelo, a tiração de roupa toda... e.. e tu? Por que não começa? Essa mulher moderna tem que começar a andar (com as próprias pernas), a ligar no dia anterior ou no dia seguinte, a fazer propostas (huuummmm!) e principalmente a explicitar o que anseia, teme, deseja, espera... sem esperar muito.