quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Pela Net - Semana da Amamentação

Usaremos a nossa sessão "Pela Net" para trazer informações, curiosidades e entretenimento de materiais interessantes que acharmos pela net, são conteúdos de terceiros e os créditos estarão sempre no final da postagem, assim vocês podem contar com o Divã também para reunião de bons conteúdos... vamos ao conteúdo de hoje.

Semana da Amamentação:

Apesar dos conselhos dos médicos para manter o aleitamento exclusivo, muitas mães ficam inseguras com a amamentação. Elas acham que o leite não é forte o suficiente, ou que não têm quantidade suficiente para alimentar a criança, mitos que muitas vezes são reforçados por outras mulheres.

O pediatra Luiz Vicente da Silva Filho, um dos consultores de “A Bíblia do Bebê” (CMS Editora), esclarece que não existe fraco. “O que pode acontecer é algumas mães não terem a produção adequada”, explica. Mas isso só o médico poderá atestar e, em último caso, indicar a complementação com fórmulas infantis.
Hidratação

Em linhas gerais, o que se recomenda para garantir uma boa amamentação é a ingestão de muita água (é bom tomar dois copos cada vez que for amamentar), repouso adequado e dieta equilibrada. Álcool e café em excesso são contraindicados, porque podem ser transferidos para o bebê.

Outra ansiedade comum das mães, especialmente as de primeira viagem, diz respeito à dor no momento de amamentar. “É preciso estimular a pega adequada, fazendo o bebê abrir bem a boca para não machucar o mamilo, e caso a mãe sinta dor, ela deve alternar a mama a cada 15 minutos”, aconselha. Aplicar o próprio leite sobre o mamilo também ajuda na cicatrização de fissuras. Em alguns casos, o bico de silicone também é uma opção.
Mitos e dúvidas

“A avó materna muitas vezes acha que a filha ainda é aquela criança que ela criou, e que não vai conseguir amamentar o neto direito”, comenta o pediatra Sylvio Renan, autor do Blog do Pediatra e do livro "Seu bebê em perguntas e respostas - Do nascimento aos 12 meses" (Mg Editores). Veja, abaixo, as respostas do pediatra para algumas dúvidas comuns sobre o aleitamento materno:

Acabei de chegar do hospital e meu leite ainda não desceu. Que devo fazer?
Se seu bebê dorme tranquilamente, não se preocupe. Aguarde com calma. Se, entretanto, ele está chorando bastante, demonstrando ter fome, entre em contato imediatamente com o pediatra para instruções sobre a necessidade ou não de fornecer-lhe um substituto, o que quase nunca é preciso.

Como deve ser o esquema de amamentação?
Alguns bebês necessitam mamar frequentemente, enquanto outros mamam com intervalos maiores. Há bebês que mamam por um tempo prolongado, enquanto outros fazem mamadas bem mais curtas. O intervalo entre duas mamadas deve ser de três horas. Porém, se o bebê manifestar desejo de mamar antes desse horário, você deve oferecer o seio sem preocupação. Procure deixar o bebê de dez a vinte minutos em cada seio.

Deve-se oferecer os dois seios?
Aconselho o método alternado de amamentar. Ofereça primeiro um seio até que ele se esvazie totalmente. Em seguida ofereça o segundo seio, que ele poderá não aceitar, ou aceitar pouco. A composição do leite é diferente no início e no final da mamada: enquanto o leite do início tem uma aparência mais aguada, por conter mais açúcares e proteínas, o leite do final tem mais gordura, razão pela qual é mais espesso.
Com que frequência amamentar o bebê durante a madrugada?
Seu bebê deve ser alimentado no seio sempre que solicitar, de dia ou de noite. Aconselho que o bebê mame durante o dia com intervalos de no máximo três horas e meia, e, durante a noite, somente quando ele solicitar. Dessa forma tentamos evitar que ele troque a noite pelo dia.

Posso dar uma mamadeira para o bebê após a última mamada do dia?
Esse é um procedimento bastante usado por mães que se sentem cansadas demais, sobretudo no final do dia. Deve, porém, ser evitado, pois corre-se o risco de que o bebê abandone o aleitamento materno, porque é mais fácil sugar a mamadeira que o seio.
Amamento de duas em duas horas, mas não sinto que meus seios estão cheios. Será que meu leite acabou?
As duas únicas formas de saber se seu leite está sendo suficiente para seu bebê são: em curto prazo, o fato de ele não apresentar sinais de fome, como choro após as mamadas ou a vontade de voltar a mamar poucos minutos depois da mamada; e em médio prazo, pouco ganho de peso, o que será constatado na consulta pediátrica. Se não houver nenhuma alteração como as descritas, você pode ficar tranquila, pois está produzindo a quantidade exata de leite que seu bebê necessita.

Devo oferecer água ou chá para o meu recém-nascido nos intervalos das mamadas?
Recém-nascido é a definição de um bebê nos primeiros 28 dias de vida. Supõe-se que ele seja alimentado exclusivamente no seio materno. O leite materno é o ideal para seu bebê em tudo que ele necessita, aí se incluindo a água. Conclui-se, então, que não é preciso dar água ou chá a seu recém-nascido.

Fonte: "Seu bebê em perguntas e respostas - Do nascimento aos 12 meses", de Sylvio Renan (Mg Editores)


Fonte do Divã - portal UOL - http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2010/08/01/avo-as-vezes-reforca-mito-de-que-leite-da-mae-e-fraco-diz-pediatra.jhtm

3 comentários:

Mª Helena Cordeiro disse...

Oi,

Venha conferir a super liqui do Mary AbOUT!
São mais de 40 peças remarcadas!

Forum, Maria Filó, XSite, Ellus, FARM e muito mais!

Te espero!

Bjs,
Mary AbOUT!
www.maryabout.com

Bloody disse...

Por mais natural que seja, sempre parece algo estranho. Algumas pessoas devem admitir que não tem jeito pra coisa e que não estão abertas o suficiente pra se doarem a essa experiência. Deixa a Gisele Bundchen pra lá, cuide de seu filho e seja feliz.

Ministério da saúde disse...

Olá blogueiro,

Dê ao seu filho o que há de melhor. Amamente!

Quando uma mulher fica grávida, ela e todos que estão à sua volta devem se preparar pra oferecer o que há de melhor para o bebê: o leite materno.
O leite materno é o único alimento que o bebê precisa, até os seis meses. Só depois se deve começar a variar a alimentação.

A amamentação pode durar até os dois anos ou mais.



Caso se interesse na divulgação de materiais e informações sobre esse tema, entre em contato com comunicacao@saude.gov.br

Obrigado pela colaboração!

Ministério da Saúde