Tem dias que eu topo qualquer negócio por um pão de mel antes do meio dia. Por isso já to avisando, hoje comigo não tem! Dias sem café da manhã é uma m#rda.
Bjus da Marie (cada vez mais louca)
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O que eu amo do Divã é que juntamos aqui uma série de pessoas com histórias diferentes. No departamento relacionamentos, já tivemos as encalhadas desencanadas, as encalhadas piriguetes, as com desejo de viver aos 70 anos solteiras com uma casa cheia de gatos (ou cachorros). Já tivemos as que ficavam, as que namoravam, os que juntaram e tem horror a títulos tradicionais de relacionamento e tem eu, que como o Andreas já deixou claro no post anterior, só quer morar junto depois de um casamento, tudo nos conformes!
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o, eu e meu irmãos sentamos ao lado de um tiozinho que ficava fazendo barulhos esquisitíssimos com a boca e com os braços, as meninas sentadas atrás de nós rachavam o bico enquanto tentávamos assistir ao filme com aquele incomodo. Não demorou muito e percebemos que o filme era bem chato, mas resistimos até o final.O segundo filme que encaramos, começou conosco descobrindo pelos ingressos que ele seria legendado em espanhol, que beleza! Anna com seu sangue latino se sentiu em casa, nós, uns peixes fora d’água, mas fomos lá.
o e me surpreendi por ser tão bom! A Cat estava com o então cônjuge e alguns amigos, ficamos um bom tempo lá (boa parte do tempo de pé, porque o lugar é um ovo), eu consegui sujar minha camiseta de chocolate e depois de boas risadas, resolvemos partir, não convencemos a Black Cat de ir para a balada, mas fizemos uma parada em sua pra Anna e a Marie se produzirem pra noite (ui).
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Original daqui.
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Dietas são uma saga. Eu sei que duram menos do que namoro de adolescente, mas ainda assim são levadas muito a sério (nos primeiros dias). Essa vai ser diferente (sempre falamos isso). Mas essa... ahhhh... essa vai ser diferente!
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Incontestável afirmação que permeia as nossas relações atuais de várias formas. Somos fruto do meio em que estamos e grande parte do nosso entendimento de nós mesmos e dos outros se dá nesse meio.
or conseqüência da fragilidade das relações, completamos os vazios de nossa existência com o colocar de pessoas (ficantes, fuckyfriends, sexo por apenas uma noite etc) e então experimentamos o prazer da liberdade, da pluralidade de escolha, da libertação sexual feminina e no dia seguinte ou em um dia ruim, uma semana depois, o vazio continua a persistir em nós.
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Dizem que a insatisfação é o que move o ser humano. Eu diria que, pelo menos, boa parte do ciclo de vida feminino é alimentado, impulsionado e pentelhado pela insatisfação.
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O que aconteceu foi o seguinte: meu pai teve que fazer uma segunda cirurgia, incluindo remédios, repouso, recuperação e todas as fases do luto pelo fêmur quebrado. A mãe, passou num concurso público, e não pôde mais ficar com ele e auxiliá-lo. Meu irmão não sabe cozinhar, não faz nem gelatina e também não parece disposto a aprender. Eis que fui escalada para tirar umas semanas (ou meses) do trabalho e ficar em casa, com meu pai.
os filmes americanos, minha pia não tem triturador e eu não tenho um encanador gostosão pra chamar. Ah, o ralinho é outra coisa cruel, né? Sem comentários quanto a isso... gostaria de um triturador pra não ter que passar por isso;
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Eu terminei de ler um livro semana passada, o Superfreakonomics. Pra quem não conhece é um livro de um economista chamado Steven Lewitt e um jornalista, Stephen J. Dubner que usam as ferramentas da economia para responder questões do nosso dia a dia. Eles escreveram um outro livro antes desse, o Freakonomics, que deu um rebuliço enorme por provar estatísticamente como um dos efeitos não esperados do aborto nos Estados Unidos foi a queda da criminalidade. Ainda não empolgou? Pois saiba que esse livro é espirituoso e super bem escrito, com palavras acessíveis (nada de economês chato que serve só pra enrolar) e a hipótes deles é a mais legal: As pessoas agem por incentivos.
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